É provocação aqui, ali, na voz e na escrita. Ele me pergunta o que eu gosto, como eu gosto. A vontade é responder que o que ele fizer, eu vou gostar. O desejo não é de agora, o tesão não é recente. Cala a boca, não pergunta, vem e faz. Faz do jeito que tu sabe. Passa a barba no pescoço, me beija, enrola meu cabelo na tua mão e puxa. Puxa de leve, com força, intercala. Me cala. Com o pau na minha boca. Passa ele onde quiser, lambuza. Reveza, me chupa. Passa tua barba na minha coxa, sente o resultado das tuas provocações; encosta a boca, a língua, chupa. Chupa com a vontade que tuas palavras entregaram que tu sente. Clitóris inchado, pulsando, usa os dedos se quiser. Sem pressa. Mas não demora, quero sentir teu pau me fodendo. Aproveita que é mais perto, só sobe e encaixa. Fode com vontade, come com tesão. Se a perna cansar, reveza. Deita, descansa. Te chupo com vontade, de leve, sinto meu gosto no teu pau e o pulsar do tesão. Que delícia, que vontade. Não vai ser agora que tu vai gozar, não sem antes me comer de quatro segurando meu quadril. Mete, mete fundo e com vontade. Ouve o meu gemido, repara no lençol franzido, na musculatura se contorcendo. Avisa quando for gozar, me vira, põe teu pau na minha boca. Goza pra eu sentir o teu gosto. Eu engulo.
Puta que pariu. Deita do meu lado, em silêncio até o folego retornar.
Não tem nada a ser comentado.
Não tem perfume melhor pra um quarto do que o cheiro de uma boa foda.
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